Vídeo: Equipe do SBT é assaltada antes de entrar ao vivo, momento é registrado por câmeras e repórter desabafa: “Dizia que ia atirar” Vídeo: Equipe do SBT é assaltada antes de entrar ao vivo, momento é registrado por câmeras e repórter desabafa: “Dizia que ia atirar”

há 1 mês 15
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A repórter Fábiola Correia, do SBT, foi assaltada por um homem armado enquanto se preparava para entrar ao vivo em São Paulo. O momento foi registrado pela emissora, e a jornalista relatou o ocorrido durante o programa.

Nesta quinta-feira (27), a repórter Fábiola Correia, do SBT, foi assaltada enquanto se preparava para um link ao vivo no “Alô Você”. Toda a ação foi registrada pelas câmeras da emissora, que flagraram o criminoso apontando uma arma para a jornalista e o cinegrafista.

Segundo o relato, Fábiola se preparava para entrar ao vivo no programa de Luis Bacci quando tudo aconteceu. A repórter, o cinegrafista e o motorista da equipe estavam de pé, próximos ao veículo da emissora, aguardando o início da transmissão, quando foram abordados pelo assaltante.

Armado, o homem passou a exigir os pertences dos profissionais. Embora o rosto das vítimas não apareça nas imagens, é possível ouvir o nervosismo de Fábiola ao ser ameaçada. Com a arma apontada para ela, a jornalista não conseguia lembrar a senha do celular. “Meu Deus, como é que vou saber a senha?”, diz em um trecho da gravação.

O assaltante manteve o comportamento violento, apontando o revólver em direção à câmera e fazendo ameaças ao cinegrafista. Assista:

🚨URGENTE! Fabíola Corrêa, repórter do SBT é assaltada durante reportagem AO VIVO. #AloVocê pic.twitter.com/Jbqq0jas11

— Brenno (@brenno__moura) November 27, 2025

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Após o episódio, Fábiola entrou ao vivo no programa e relatou o ocorrido, mesmo abalada pelas ameaças. “Ainda tô nervosa. Bate um desespero”, desabafou a repórter. “Dizia o tempo todo que iria atirar na minha cara”, acrescentou.

A jornalista revelou que ele exigiu, além dos aparelhos celulares, outros pertences do grupo. “Mandou que eu entregasse o meu aparelho celular. Entreguei e ele apontou a arma cada vez mais perto de mim, pedindo a senha, pedindo cartão bancário, com bastante truculência, agressividade. Falava o tempo todo que ia atirar, mesmo eu respondendo às ordens dele, obedecendo a tudo que estava me mandando fazer”, concluiu.

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