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A Vivo registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2025, aumento de 13,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita total atingiu R$ 14,9 bilhões, crescimento de 6,5% na comparação anual, sustentado pelos segmentos de fibra óptica e pós-pago móvel.
O EBITDA somou R$ 6,5 bilhões, avanço de 9,0%, com margem de 43,4%. Segundo a companhia, trata-se do maior crescimento do indicador nos últimos dois anos. A base total de acessos chegou a 116,6 milhões, sendo 102,9 milhões em telefonia móvel (alta de 1,4%) e 7,6 milhões de acessos em fibra (expansão de 12,7%).
Fibra e pós-pago lideram expansão da receita
A receita de serviços móveis cresceu 5,5%, totalizando R$ 9,7 bilhões, impulsionada pelo pós-pago, que avançou 8% e somou R$ 8,4 bilhões. A base de clientes pós-pagos aumentou 7,3%, alcançando 69,8 milhões de acessos. O ARPU móvel foi de R$ 31,5, aumento de 3,9% em relação a 2024.
Na operação fixa, a receita somou R$ 4,4 bilhões, elevação de 9,6%, a maior da série histórica recente da empresa. A fibra respondeu por R$ 2,0 bilhões, crescimento de 10,6%. A base de clientes dessa tecnologia chegou a 7,6 milhões de domicílios e empresas conectadas, alta de 12,7%.
A oferta convergente Vivo Total representou 85,1% das novas adesões de fibra no trimestre e totaliza 3,2 milhões de assinantes, expansão anual de 52,7%.
Indicadores corporativos e investimentos
A receita de dados corporativos, TIC e serviços digitais cresceu 22,8% e alcançou R$ 1,4 bilhão. O segmento empresarial passou a responder por 11,7% da receita total dos últimos 12 meses.
Os investimentos somaram R$ 2,6 bilhões, aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2024. Parte dos recursos foi aplicada na expansão da cobertura 5G, presente em 683 municípios e disponível para 66,7% da população. A rede de fibra chegou a 30,5 milhões de domicílios, alta de 7,6%.
Gestão e remuneração aos acionistas
Os custos operacionais, excluindo depreciação e amortização, atingiram R$ 8,5 bilhões, crescimento de 4,6%, influenciado pela maior atividade comercial e compensado por ganhos de eficiência e digitalização. Em setembro, os pagamentos via PIX representaram 45% do total, e o aplicativo Vivo alcançou 28,6 milhões de usuários ativos.
Até outubro, a empresa distribuiu R$ 5,7 bilhões aos acionistas — sendo R$ 2,3 bilhões em juros sobre capital próprio, R$ 2,0 bilhões por redução de capital e R$ 1,4 bilhão em recompra de ações. A meta é manter distribuição equivalente ou superior a 100% do lucro líquido até 2026.
Novos negócios e ecossistema digital
Os novos negócios corporativos e de consumo geraram R$ 5,1 bilhões em receita nos últimos 12 meses, aumento de 34,2%. O portfólio inclui soluções de cloud, cibersegurança, big data, IoT, mensageria e aluguel de equipamentos de TI.
Entre os contratos recentes, destaca-se o projeto com a Sabesp para instalação de 4,4 milhões de hidrômetros inteligentes em São Paulo e São José dos Campos até 2029.
As operações digitais também englobam serviços financeiros (R$ 480 milhões em receita no período), streaming e OTTs (R$ 820 milhões) e saúde digital (R$ 91 milhões). O fundo de Corporate Venture Capital Vivo Ventures realizou aporte de R$ 35 milhões na fintech Asaas. (Com assessoria de imprensa)

há 2 meses
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