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O governo de Nicolás Maduro anunciou nesta terça-feira (11) o início de uma nova fase do “Plano Independência 200”, que prevê a mobilização massiva de tropas, sistemas de armas e meios militares em todo o território venezuelano.
A medida é uma resposta direta ao que Caracas classifica como uma “ameaça imperialista” diante do aumento da presença de navios, aviões e tropas dos Estados Unidos no mar do Caribe, incluindo a chegada do porta-aviões Gerald Ford.
Segundo o Ministério da Defesa da Venezuela, a operação envolve o deslocamento de forças terrestres, aéreas, navais, fluviais e unidades de mísseis, além da milícia bolivariana e órgãos de segurança cidadã.
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O objetivo declarado é garantir a defesa integral do país, com exercícios coordenados em terra, mar e ar, além de otimizar o comando, controle e comunicações das forças armadas.
A mobilização ocorre em meio a um contexto de quase três meses de tensões entre Caracas e Washington, que se intensificaram desde agosto.
Enquanto o governo venezuelano acusa os Estados Unidos de tentar forçar uma mudança de regime, o governo Trump afirma que suas manobras militares visam combater o narcotráfico e impedir a entrada de drogas no território americano.
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Apesar da escalada militar anunciada, a imprensa venezuelana afirma que a capital Caracas não apresenta, até o momento, uma presença visível diferente das forças de segurança habituais.

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