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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (24) que a Coreia do Norte é “uma espécie de potência nuclear” e que gostaria de se reunir com o líder Kim Jong Un durante sua passagem pela Coreia do Sul.
A declaração foi feita a bordo do Air Force One, enquanto o republicano viajava para uma missão diplomática de cinco dias pela Malásia, Japão e Coreia do Sul, em sua primeira visita à região desde que reassumiu a Casa Branca.
Ao ser questionado sobre a exigência de Pyongyang de ser reconhecida oficialmente como potência nuclear antes de retomar o diálogo com Washington, Trump admitiu:
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“Bem, acho que eles são uma espécie de potência nuclear. Eles têm muitas armas nucleares, é isso o que vou dizer.”
O presidente também sinalizou disposição para um novo encontro com Kim.
“Eu gostaria, ele sabe que estaremos lá. Eu me dou muito bem com ele”, disse Trump, lembrando as reuniões realizadas durante seu primeiro mandato, entre 2018 e 2019.
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Diplomacia sob tensão
Há cerca de um mês, Kim Jong Un declarou estar aberto a futuras conversas com os EUA, mas impôs como condição que Washington abandone a exigência de desnuclearização do país.
A imprensa americana noticiou que assessores do governo Trump discutem, em caráter reservado, uma nova rodada de negociações, embora ainda haja ceticismo sobre a viabilidade do encontro.
Durante o primeiro mandato, Trump e Kim se reuniram três vezes, em Cingapura, Hanói e na zona desmilitarizada das Coreias, mas o diálogo colapsou em 2019, após divergências sobre o levantamento de sanções e o fim do programa nuclear norte-coreano.
Coreia do Sul incentiva
O ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-young, confirmou nesta sexta-feira (24) que convidou Trump e Kim a aproveitarem “uma rara oportunidade de paz” durante a visita do americano à Ásia.
“Os líderes da Coreia do Norte e dos EUA não devem perder esta chance. Eles precisam tomar uma decisão ousada”, declarou Chung.
O governo sul-coreano vê uma eventual reaproximação como uma chance de estabilizar a península e reduzir o isolamento internacional de Pyongyang, que vive sob sanções da ONU e embargos de armas desde 2006, quando realizou seu primeiro teste nuclear.
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há 2 meses
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