Toky, Oncoclinicas, Agrogalaxy, Terra Santa e mais empresas divulgam resultados

há 1 mês 13
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Várias empresas listadas na B3 divulgaram na sexta-feira (14) resultados majoritariamente pressionados no terceiro trimestre de 2025, com destaque para fortes prejuízos em Oncoclínicas (ONCO3) e AgroGalaxy (AGXY3), enquanto Toky (TOKY3) e Celesc (CLSC4) apresentaram avanços operacionais relevantes.

Grupo Toky (TOKY3)

O Grupo Toky (TOKY3) registrou prejuízo líquido de R$ 15,2 milhões no 3T25, redução de 32,2% em relação às perdas de um ano antes.

O Ebitda ficou positivo em R$ 70,9 milhões, revertendo o resultado negativo de R$ 1,1 milhão de um ano antes, refletindo forte expansão operacional. A margem Ebitda avançou para 20,9%, ante -0,7% no 3T24. No acumulado do ano, o Ebitda somou R$ 148,9 milhões, também revertendo perdas do ano anterior.

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A receita líquida operacional cresceu 125,2% no trimestre, para R$ 339,8 milhões, impulsionada pelo aumento do GMV, que mais que dobrou na base anual.

Celesc (CLSC4)

A Celesc reportou lucro líquido de R$ 170,1 milhões no 3T25, alta de 123,4% na comparação anual. No acumulado de nove meses, o lucro somou R$ 571,3 milhões, queda de 2,5% ante 2024.

O Ebitda atingiu R$ 420,5 milhões, avanço de 66,4% em relação ao ano anterior. A margem Ebitda subiu para 14,2%, ante 9,6% um ano antes, refletindo menor pressão de custos e melhor performance operacional.

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A receita líquida cresceu 12,8%, para R$ 2,963 bilhões no trimestre, com aumento tanto na distribuição quanto na geração de energia.

Infracommerce (IFCM3)

A Infracommerce registrou prejuízo operacional medido pelo Ebitda pós-ajustes de R$ 3,5 milhões no 3T25, melhora significativa frente os R$ 49,6 milhões do 3T24, refletindo controle de custos e redução de investimentos.

A margem bruta aumentou para 20,6%, ante 17,9% um ano antes, com leve avanço também no acumulado anual.

A receita líquida recuou 35,8%, para R$ 147,3 milhões, acompanhando o tombo do GMV, que caiu 32,6% no trimestre.

Oncoclínicas (ONCO3)

A Oncoclínicas reportou prejuízo líquido de R$ 1,88 bilhão no 3T25, após lucro de R$ 3,1 milhões um ano antes. O salto no prejuízo decorreu da revisão de ativos e efeitos contábeis não recorrentes, além da menor receita.

A receita líquida caiu 13,6%, para R$ 1,413 bilhão, pressionada pela descontinuação dos serviços prestados à Unimed FERJ, redução do atendimento a determinados clientes e base de comparação desfavorável devido à baixa PCLD no 3T24.

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Terra Santa (LAND3)

A Terra Santa registrou prejuízo líquido de R$ 18,3 milhões no 3T25, revertendo o lucro de R$ 7,37 milhões do mesmo período de 2024. O resultado foi impactado principalmente pelo aumento das despesas e pela piora do resultado antes de impostos. No acumulado de nove meses, a empresa também reverteu lucro e acumulou prejuízo de R$ 3,6 milhões.

Azevedo & Travassos (AZEV4)

A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 1,36 milhão no 3T25. O Ebitda ficou negativo em R$ 851 mil, ainda pressionado por custos elevados e menor escala operacional.

AgroGalaxy (AGXY3)

A AgroGalaxy registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 611,8 milhões no 3T25, melhora de 61,2% sobre as perdas de R$ 1,58 bilhão no 3T24.

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O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 134,4 milhões, avanço importante frente o Ebitda negativo de R$ 1,23 bilhão um ano antes. A margem Ebitda ajustada ficou em -32,2%, melhora de 69,4 pontos percentuais.

A receita líquida caiu 65,7%, para R$ 417,9 milhões, refletindo queda tanto na venda de insumos quanto na de grãos.

Dexxos (DEXP3)

A Dexxos reportou lucro líquido de R$ 29,5 milhões no 3T25, queda de 23,4% em relação ao resultado do ano anterior.

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O Ebitda atingiu R$ 52,4 milhões, recuo de 21% ante o 3T24. A margem Ebitda caiu para 10,1%, ante 13,4% um ano antes, pressionada pela menor margem bruta no segmento químico.

A receita líquida avançou 4,6%, para R$ 516,7 milhões, impulsionada pelo crescimento do segmento de aço. Já o segmento químico apresentou leve retração, impactando a rentabilidade consolidada.

PDG (PDGR3)

A PDG registrou lucro líquido de R$ 24,5 milhões no 3T25, revertendo o prejuízo de R$ 274 milhões do 3T24.

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