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A Sky tem visto resultados positivos de iniciativas para combate à pirataria audiovisual no Brasil e na América Latina, sobretudo após a realização de uma operação nas últimas semanas que desmantelou um grande esquema ilegal que operava a partir da Argentina.
Em encontro com a imprensa realizado na última quinta-feira, 13, o presidente da Sky, Gustavo Fonseca, observou que medidas de autoridades brasileiras como a Anatel já vinham gerando "alguma queda" no consumo pirata. Mas um impacto ainda maior ocorreu no começo do mês, com a derrubada de um império de streaming ilegal em território argentino.
A operação acarretou no desligamento de mais de uma dezena de portais piratas que operavam a partir de empresa sediada em Buenos Aires. A base de assinantes apenas no Brasil foi estimada em mais de 4,5 milhões, que pagavam pelo serviço cerca de R$ 20 a R$ 30 mensais, notou Fonseca.
A retirada do ar dos portais ilegais teve inclusive efeitos nas vendas da Sky durante as últimas semanas, sinalizou o presidente da operadora – que classifica a pirataria como principal concorrente da cadeia.
Cooperação
Para a Sky, boas soluções a preços acessíveis têm sido uma das respostas do setor à pirataria. O executivo, entretanto, notou que o consumo de conteúdo ilegal não é exclusivo das camadas de baixa renda, estando presente também em segmentos de alto poder aquisitivo.
Assim, uma maior cooperação entre concorrentes e novas iniciativas de conscientização sobre os efeitos da prática seriam necessárias. Um incômodo sinalizado por Fonseca é com talentos remunerados pela indústria audiovisual (como jogadores de futebol) que consomem ou mesmo promovem soluções piratas.
Uma ligação entre distribuidores ilegais de conteúdo e facções criminosas também foi destacada pelo presidente da Sky como ponto que precisa ser mais explorado junto ao mercado consumidor.

há 2 meses
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