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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (5), CDBs com taxas prefixadas de até 13,950% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,800% em mais de 12 meses e os pós-fixados até 99,95% do CDI em 1 ano.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,850% para vencimento em 12 meses. Já as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,440% em mais de 12 meses e pós-fixados de até 86% do CDI após 1 ano.
As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB Pine
Taxa: 108,5% do CDI
Vencimento: novembro/2029
Saiba mais e invista
LCD BNDES
Taxa: 91,5% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
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LCI CEF
Taxa: 91% do CDI
Vencimento: novembro/2027
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (5)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs fecharam a quarta-feira (5) em queda, acompanhando o movimento positivo dos mercados globais e a desvalorização do dólar ante o real, após a sessão de aversão ao risco da véspera. Com os investidores à espera da decisão do Copom sobre a taxa Selic, o recuo das taxas foi limitado, especialmente na ponta curta da curva, que seguiu praticamente estável.
No fechamento, o DI para janeiro de 2028 caiu para 13,125%, ante 13,159% da véspera, enquanto o DI para janeiro de 2035 recuou 6 pontos-base, a 13,59%. O movimento refletiu o maior apetite por risco no exterior, após uma terça-feira marcada pela busca por proteção e valorização do dólar, que havia pressionado os juros futuros brasileiros.
O alívio veio do cenário internacional, onde dados do setor privado dos Estados Unidos mostraram resiliência econômica, mas sem reacender temores de inflação. O relatório da ADP apontou a criação de 42 mil vagas privadas em outubro, acima da previsão de 28 mil, enquanto o PMI de serviços subiu de 50,0 para 52,4. A leitura reforçou a preferência dos investidores por ativos de risco, reduzindo a demanda por Treasuries e contribuindo para a queda dos juros no Brasil.
Apesar da melhora, os movimentos na curva local foram contidos pela cautela antes da decisão do Copom, prevista para depois das 18h30. O mercado precificava quase 100% de probabilidade de manutenção da Selic em 15% ao ano, concentrando atenção no comunicado do BC, que pode indicar quando o ciclo de cortes começará.
A ponta curta da curva manteve estabilidade, refletindo a incerteza sobre o tom do Copom — se o comitê sinalizará cortes já em janeiro de 2026 ou apenas em março, como parte do mercado ainda aposta. Já a ponta longa, mais sensível ao cenário externo e ao humor global, cedeu de forma mais expressiva, acompanhando a melhora no apetite por risco.
No exterior, o rendimento do Treasury de dez anos, referência para decisões globais de investimento, subia 7 pontos-base, a 4,161%, após ajustes técnicos. Ainda assim, o ambiente internacional mais favorável e a expectativa de manutenção da Selic sustentaram o tom positivo nos ativos domésticos e a curva de juros levemente inclinada para baixo.
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