Renda fixa hoje: veja quais são as taxas de CDB, LCI e LCA nesta sexta (7) na XP

há 2 meses 17
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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (7), CDBs com taxas prefixadas de até 14,050% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,800% e os pós-fixados até 100% do CDI em 1 ano.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,900% para vencimento em 12 meses. Já as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,480% em mais de 12 meses e pós-fixados de até 87% do CDI após 1 ano.

As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB NBC BANK
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: novembro/2032
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LCA ORIGINAL
Taxa: 91,5% do CDI
Vencimento: novembro/2027
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LCI CEF
Taxa: 91% do CDI
Vencimento: novembro/2027
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (7)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos DIs encerraram a quinta-feira (6) com leves altas, refletindo o ajuste do mercado após o Comitê de Política Monetária (Copom) confirmar a manutenção da Selic em 15% ao ano e sinalizar que os juros devem permanecer em patamar elevado por um “período bastante prolongado”. O tom mais duro do comunicado reduziu as apostas em corte de juros ainda em dezembro, reforçando a cautela na ponta curta da curva.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 subiu a 13,88%, alta de 4 pontos-base, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou 3 pontos-base, a 13,62%. A reação imediata refletiu a leitura do mercado de que o Banco Central manteve o discurso hawkish, priorizando o combate à inflação e reforçando a visão de que os cortes começarão apenas em 2026.

De acordo com analistas, o comunicado do Copom praticamente descartou a possibilidade de redução da Selic neste ano, com a curva de juros precificando 96% de chance de manutenção da taxa em dezembro. As apostas agora se dividem entre o início do ciclo de cortes em janeiro ou março de 2026. Para o consultor Sérgio Goldenstein (Eytse Estratégia), há “probabilidade relevante” de o início do ciclo ser postergado para março. Já o Goldman Sachs mantém a projeção de corte em janeiro, mas admite que o início pode ser adiado, a depender do ritmo da atividade econômica.

Na ponta curta, os contratos mais sensíveis à política monetária doméstica subiram desde a abertura, com o DI para janeiro de 2027 atingindo 13,905% e o DI para janeiro de 2028 chegando a 13,185% no pico do dia. O movimento refletiu o ajuste às expectativas de Selic estável por mais tempo, diante da mensagem firme do BC sobre o controle inflacionário.

Já na ponta longa, os juros oscilaram mais. Pela manhã, as taxas acompanhavam a queda dos rendimentos dos Treasuries, mas viraram para alta à tarde, influenciadas por realização de lucros após os recuos recentes. Segundo operadores, o ajuste foi técnico e não indicou mudança relevante na percepção de risco de longo prazo.

No exterior, os Treasuries recuaram com preocupações sobre o mercado de trabalho dos EUA, o que manteve o ambiente global relativamente favorável para emergentes. O rendimento do Treasury de dez anos caía 6 pontos-base, a 4,093%, mas a cautela local com o Copom mais conservador limitou o alívio sobre a curva brasileira.

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