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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (27), CDBs com taxas prefixadas de até 14,200% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,400% e os pós-fixados até 99,95% do CDI em 1 ano.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,060% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,180% e pós-fixados de até 86% do CDI.
As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 92% do CDI após 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCD BNDES
Taxa: 91% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
Saiba mais e invista
LCI BRB
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: outubro/2027
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CDB BANCO C6
Taxa: 13,950%
Vencimento: outubro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (27)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros de prazos longos fecharam em leve baixa nesta segunda-feira (27), acompanhando o recuo do dólar ante o real e o alívio nas expectativas de inflação captadas pelo Boletim Focus. Já as taxas curtas permaneceram praticamente estáveis, refletindo a postura cautelosa do mercado antes das decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.
No fechamento da sessão, o DI para janeiro de 2028 marcava 13,095%, levemente acima do ajuste anterior de 13,090%, enquanto o DI para janeiro de 2035 caía a 13,475%, recuando 3 pontos-base em relação aos 13,509% da sexta-feira. A parte curta da curva manteve estabilidade, refletindo a precificação quase unânime — 100% de probabilidade — de manutenção da Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Copom, em novembro.
No cenário doméstico, o Boletim Focus trouxe nova revisão para baixo nas projeções de inflação, o que ajudou a reduzir prêmios na curva longa de juros. As estimativas para o IPCA de 2025 caíram de 4,70% para 4,56%, e para 2026, de 4,27% para 4,20%. Com a meta contínua de 3%, dentro de uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, as projeções indicam que a inflação esperada já volta a se situar dentro do intervalo perseguido pelo Banco Central.
A queda do dólar também contribuiu para o movimento de baixa nos juros mais longos. O alívio cambial ocorreu após o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, na Malásia, que ajudou a reduzir tensões comerciais entre os dois países. O gesto diplomático foi visto como um sinal de maior previsibilidade nas relações bilaterais, favorecendo o humor do mercado.
No exterior, os rendimentos dos Treasuries mostraram comportamento misto, com a ponta curta em leve alta e a longa em baixa, à medida que investidores aguardam a decisão do Federal Reserve. Segundo a ferramenta CME FedWatch, o mercado atribui 97,8% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base na taxa básica dos EUA, atualmente entre 4,00% e 4,25%.
Apesar da melhora recente no cenário inflacionário e cambial, o mercado segue avaliando que o Banco Central brasileiro deverá manter a Selic em 15% ao ano até o fim de 2025, com possível início de corte apenas em 2026. Ainda assim, o diferencial de juros entre Brasil e EUA continua elevado, o que sustenta o real e ajuda a conter a pressão sobre os juros futuros domésticos, especialmente na curva longa.
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há 2 meses
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