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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (10), CDBs com taxas prefixadas de até 13,950% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,900% e os pós-fixados até 100% do CDI em 1 ano.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,750% para vencimento em 12 meses e pós-fixados de até 86% do CDI em 1 ano.
As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 89,5% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NBC BANK
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: novembro/2032
Saiba mais e invista
LCA PINE
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: novembro/2027
Saiba mais e invista
LCI CEF
Taxa: 89% do CDI
Vencimento: novembro/2027
Saiba mais e invista
*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (10)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros encerraram a sexta-feira (7) praticamente estáveis, em um pregão de baixa liquidez e movimentos tímidos nos mercados domésticos. Sem vetores claros e após um início levemente positivo, as taxas inverteram o sinal ao longo da tarde, mas de forma comprimida, refletindo ajustes técnicos diante da falta de catalisadores relevantes.
Após o Copom reforçar na quarta-feira (5) que não tem pressa em reduzir a Selic, o mercado mantém pouca disposição para ampliar as apostas em queda nos DIs curtos. Os investidores agora aguardam a ata da decisão, que será divulgada na próxima semana, para buscar detalhes sobre a leitura do comitê para a atividade, a inflação e o balanço de riscos — fatores essenciais para calibrar expectativas sobre o momento do início do ciclo de cortes.
Sem impulso externo — com os Treasuries também oscilando pouco — a curva doméstica ficou praticamente parada durante todo o dia. O DI para janeiro de 2027 recuou de 13,875% para mínima de 13,860%, enquanto o DI para janeiro de 2029 passou de 13,088% para 13,055%. O DI para janeiro de 2031 teve leve alívio, de 13,398% para 13,370%, evidenciando a baixa volatilidade em todos os vértices.
Segundo analistas, a cautela também se explica pelos receios com 2026, ano eleitoral que tradicionalmente traz estímulos à economia — fator que aumenta a incerteza e limita movimentos mais firmes na curva, especialmente no médio e longo prazo.
Apesar do tom duro adotado pelo Copom nesta semana, o balanço final mostra que a curva praticamente não se deslocou ao longo dos últimos dias. De acordo com o Santander, o DI para janeiro de 2027 subiu apenas 1,5 ponto-base desde a última sexta-feira, enquanto as projeções para 2029 e 2031 tiveram variações marginais.
Assim, a curva segue com o mesmo perfil de inclinação, combinando expectativa de Selic elevada no curto prazo com cautela reforçada no horizonte mais longo — à espera de sinais mais claros da política monetária e das condições de atividade nos próximos meses.
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