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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (12), CDBs com taxas prefixadas de até 13,950% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,550% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 103,55% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,600% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,210 em mais de 1 ano e pós-fixados de até 87% do CDI em 1 ano.
As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NBC BANK
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: novembro/2032
Saiba mais e invista
LCA PINE
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: novembro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 94% do CDI
Vencimento: novembro/2028
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (12)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) encerraram a terça-feira (11) em forte baixa, com quedas superiores a 15 pontos-base nos vencimentos mais curtos. O movimento refletiu a crescente expectativa do mercado de que o Banco Central começará a cortar a taxa Selic já em janeiro, impulsionado por dados de inflação mais brandos do que o esperado em outubro e uma ata do Copom que suavizou o tom sobre o cenário inflacionário.
No fechamento, o DI para janeiro de 2028 recuou para 12,9%, uma baixa de 16 pontos-base em relação ao ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2035 caiu 9 pontos-base, para 13,42%. O desempenho indica um movimento mais forte de queda nas taxas de curto prazo, mas também uma tendência de recuo nos prazos longos, embora em ritmo mais moderado.
O IPCA oficial, divulgado pelo IBGE, surpreendeu positivamente ao registrar alta de apenas 0,09% em outubro, abaixo da expectativa de 0,16% e da taxa de setembro (0,48%). No acumulado em 12 meses, a inflação ficou em 4,68%, levemente abaixo da projeção de 4,75%. Essa desaceleração reforçou a percepção de que a pressão inflacionária está diminuindo, especialmente nos preços de bens industriais e alimentação, que apresentaram desaceleração.
Por outro lado, os núcleos de inflação, que refletem componentes mais persistentes, mostraram alta, com serviços subjacentes e intensivos em mão de obra apresentando aumentos significativos. Esse dado explica a cautela do Banco Central, que na ata da última reunião reconheceu uma desaceleração na inflação de serviços, mas destacou sua resiliência e a necessidade de manter vigilância.
Além disso, a ata do Copom incorporou efeitos positivos da ampliação da isenção do Imposto de Renda, aprovada recentemente pelo Congresso, e indicou uma queda mais clara nas expectativas de inflação para os prazos mais longos. Esses elementos reforçaram o otimismo do mercado quanto à possibilidade de cortes na Selic já no início do próximo ano.
Dessa forma, a curva de juros futuros mudou de forma significativa, com a probabilidade de um corte de 25 pontos-base na Selic em janeiro saltando de cerca de 50% para aproximadamente 85%. O movimento no mercado reflete um consenso crescente sobre o início antecipado do ciclo de flexibilização monetária, especialmente visível na queda mais acentuada dos juros curtos, enquanto os prazos longos acompanham essa tendência, mas de forma mais gradual.
Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material.

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