Phishing cria iscas baseadas na conferência COP30

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A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), pioneira e líder global em soluções de cibersegurança, alerta para um aumento de golpes digitais que exploram a marca e o tema da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), agendada para ocorrer de 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém (Pará).

A hospedagem tem sido um dos principais pontos de discussão nos preparativos para o evento, destacando-se a falta de quartos disponíveis e os altos preços na capital paraense. A controvérsia em torno das reservas abriu caminho para que cibercriminosos criassem sites falsos e se aproveitassem do interesse de delegações e visitantes em busca de acomodação.

Golpes de hospedagem e sites falsos

Eventos de grande repercussão, como a COP30, atraem muitos fraudadores online. Pesquisadores da Check Point Software observaram recentemente que os cibercriminosos intensificaram seus esforços usando domínios falsos e e-mails de phishing direcionados a participantes e turistas. Embora as campanhas não tenham sido especificamente planejadas para a conferência, há indícios de que informações pessoais e financeiras de delegados e visitantes poderiam ter sido afetadas indiretamente.

Segundo Amit Weigman, especialista em cibersegurança e IA do escritório do CTO (Office of the CTO) da Check Point Software, “essas campanhas seguem o padrão observado em incidentes anteriores na América Latina, onde cibercriminosos exploram sistemas de reservas e pagamentos para extrair credenciais de hóspedes e informações financeiras”.

A investigação de Weigman também revelou que parte dessa infraestrutura já havia sido usada em atividades associadas ao malware VenomRAT, reforçando a hipótese de que os mesmos grupos estão tentando se beneficiar da visibilidade global da conferência COP30.

Além de golpes relacionados ao setor de hotelaria e hospedagem, o especialista detectou um aumento de páginas falsas em redes sociais e novos domínios maliciosos que exploram o nome COP30. Alguns casos envolvem imitações aparentemente inofensivas que podem evoluir para campanhas de phishing ou desinformação, enquanto outros já começaram a enviar e-mails fraudulentos para potenciais participantes.

Essa tática é uma extensão comum de campanhas de engenharia social realizadas em torno de grandes eventos internacionais, e é provável que ocorram mais tentativas desse tipo à medida que a conferência se aproxima. Abaixo, alguns exemplos de páginas de mídias sociais que se fazem passar por ou usam a marca registrada oficial da COP30 para fins maliciosos ou não oficiais.

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