Petrobras (PETR4) arremata 2 de 7 blocos ofertados em leilão do pré-sal da ANP

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(Imagem: Reuters/Bruno Domingos)

A Petrobras (PETR4)  arrematou dois dos sete blocos ofertados no 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP), realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quarta-feira (22), ambos localizados na Bacia de Campos.

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Entre os blocos adquiridos, a petroleira levou o bloco Citrino, em lance por 100% da área, e o bloco Jaspe, com 60% de participação em parceria com a norueguesa Equinor, na condição de operadora. A estatal exerceu seu direito de preferência sobre o bloco Jaspe, que prevê até 40% de participação.

No total, cinco dos sete blocos ofertados foram negociados. Os demais vencedores foram a Karoon, que arrematou 100% do bloco Esmeralda, um consórcio formado por CNOOC e Sinopec, que levou o bloco Ametista, e a Equinor, que adquiriu 100% do bloco Itaimbezinho. Não houve lances para os blocos Larimar e Ônix.

O 3º Ciclo da OPP ofereceu sete blocos no Polígono do Pré-Sal, sendo dois na Bacia de Santos (Esmeralda e Ametista) e cinco na Bacia de Campos (Citrino, Itaimbezinho, Ônix, Larimar e Jaspe). Quinze empresas estavam aptas a participar do leilão.

A OPP é a principal modalidade de licitação para exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, com blocos ofertados sob o regime de partilha. Nesse modelo, parte do petróleo produzido é destinada à União como “excedente em óleo”, enquanto a empresa contratada recebe o suficiente para recuperar seus custos. O percentual de excedente ofertado pelas empresas define o vencedor do leilão.

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Segundo a ANP, os leilões do Pré-Sal, como o da OPP, contribuem para a diversificação energética do país, oferecendo petróleo com menor pegada de carbono e exigindo investimentos em pesquisa e desenvolvimento voltados à transição energética, além de atender à demanda por energia acessível, fundamental para o crescimento econômico.

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