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O radar corporativo desta sexta-feira (7) tem como destaque o pagamento de proventos e recompra de ações da Embraer (EMBJ3).
Já Petrobras (PETR4), Magalu (MGLU3), PetroRecôncavo (RECV3), Suzano (SUZB3), Alpargatas (ALPA4), Caixa Seguridade (CXSE3), Alupar (ALUP11) e mais empresas divulgaram resultados na véspera.
O governo de MG inclui Cemig (CMIG4) entre ativos para amortização de dívidas no Propag.
Confira mais destaques:
Petrobras (PETR4)
A Petrobras (PETR3;PETR4) divulgou resultado do terceiro trimestre de 2025 (3T25) nesta quinta-feira (6) e também apresentou pagamento de R$ 12,2 bilhões em dividendos.
A petroleira registrou lucro líquido de US$ 6,02 bilhões, com alta de 2,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita líquida da petroleira ficou em US$ 23,5 bilhões no trimestre, com alta de 0,5% na comparação com o terceiro trimestre de 2024.
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O lucro cresceu apesar de um recuo de 13,9% nos preços do petróleo, em relação ao terceiro trimestre de 2024.
PetroReconcavo (RECV3)
A PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro líquido de R$122 milhões no terceiro trimestre, queda de 23% na comparação com o mesmo período do ano anterior, informou a companhia nesta quinta-feira.
Já o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) da PetroReconcavo totalizou R$350 milhões entre julho e setembro, queda de 20% versus o mesmo período de 2024.
Assaí (ASAI3)
A rede de atacarejos Assaí (ASAI3) teve lucro líquido de R$ 195 milhões no terceiro trimestre, queda de 1,5% na comparação com um ano antes, segundo balanço publicado nesta quinta-feira.
A companhia, que tem no Atacadão, do grupo Carrefour, o principal rival, teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 1,1 bilhão, crescimento de 6% na mesma comparação.
Analistas, em média, esperavam que o Assaí apresentasse lucro de R$ 126 milhões, sob Ebitda de R$ 1,46 bilhão, segundo dados da LSEG.
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Energisa (ENGI11)
O lucro líquido consolidado da Energisa (ENGI11) ficou em R$ 648,4 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 10,8% na comparação com igual período do ano passado. Descontando ajustes, como o Valor Novo de Reposição (VNR) do segmento de distribuição, o lucro líquido societário da transmissão, efeitos não caixa e não recorrentes e adicionando o lucro regulatório do segmento de transmissão, o lucro líquido ajustado recorrente foi de R$ 427,6 milhões, 13,6% menor do que o reportado um ano antes.
O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) cresceu 16,9% na comparação anual e alcançou R$ 2,19 bilhões.
Caixa Seguridade (CXSE3)
O braço segurador da Caixa Econômica Federal, Caixa Seguridade (CXSE3), anunciou nesta quinta-feira lucro líquido ajustado de R$ 1,1 bilhão, 13,4% acima do obtido um ano antes, com expansão de receitas.
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Analistas esperavam um resultado positivo da Caixa Seguridade de R$ 1 bilhão, em média, segundo compilação de estimativas feita pela LSEG.
A empresa teve receitas operacionais de R$ 1,5 bilhão de julho ao final de setembro, 13,1% acima do faturamento de um ano antes, enquanto o custo com serviços prestados avançou 28,5% na mesma comparação.
Suzano (SUZB3)
A Suzano (SUZB3), maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, teve lucro líquido de R$ 1,96 bilhão no terceiro trimestre, queda de 39% ante o desempenho de um ano antes, segundo resultado publicado nesta quinta-feira.
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A empresa teve uma performance operacional medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de R$ 5,2 bilhões de julho ao final de setembro, 20% abaixo do obtido no terceiro trimestre de 2024.
O mercado esperava em média lucro de R$ 1,76 bilhão e Ebitda de R$ 5,2 bilhões para a Suzano, de acordo com média de previsões compilada pela LSEG junto a analistas do setor de papel e celulose.
Magalu (MGLU3)
O Magazine Luiza (MGLU3) encerrou o terceiro trimestre deste ano (3T25) com lucro líquido de R$ 84,6 milhões, uma queda de 17,4% em relação ao mesmo período do ano passado (3T24), quando havia registrado R$ 102,4 milhões. O lucro líquido ajustado, que desconsidera itens não recorrentes, ficou em R$ 21,2 milhões, retração de 69,8% na comparação com o 3T24. As informações foram divulgadas pela empresa em balanço financeiro nesta quinta-feira (6).
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O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 807,4 milhões, aumento de 13,2% sobre o ano passado. A margem Ebitda subiu de 7,9% para 8,9%, mostrando um ganho de eficiência nas operações, mesmo com leve recuo nas vendas totais. O Ebitda ajustado, que exclui efeitos pontuais, foi de R$ 711,4 milhões, praticamente estável frente aos R$ 717,6 milhões de um ano antes.
Dados da companhia apontam que a receita bruta atingiu R$ 11,3 bilhões, avanço de 1,4% em relação ao 3T24. Já a receita líquida somou R$ 9,02 bilhões, crescimento de 0,3%. O lucro bruto foi de R$ 2,84 bilhões, mantendo a margem em 31,5%, o mesmo patamar do ano anterior.
Cemig (CMIG4)
O governo de Minas Gerais incluiu a participação societária do Estado na Cemig entre os ativos que serão utilizados para amortização da dívida pública estadual junto à União, no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Precatórios (Propag).
Fato relevante divulgado pela estatal mineira de energia na noite desta quinta-feira, 06 salienta que, a estrutura proposta pelo Estado de Minas Gerais adota o modelo de corporação, conforme previsto do Projeto de Lei nº 3.053/2024, atualmente em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais.
Tenda (TEND3)
A Construtora Tenda (TEND3) registrou expansão de 46,6% em seu lucro líquido do terceiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, a R$ 111,7 milhões, conforme balanço divulgado na quinta-feira à noite.
A Tenda, que inclui a marca homônima — sua operação principal — e a Alea, conseguiu este resultado positivo, apesar da Alea ter mais do que duplicado o seu prejuízo para R$ 34,8 milhões.
SLC Agrícola (SLCE3)
A SLC Agrícola, uma das maiores produtoras de grãos e oleaginosas do Brasil, registrou um prejuízo líquido de R$ 14,5 milhões no terceiro trimestre de 2025.
Alpargatas (ALPA4)
O lucro líquido da Alpargatas (ALPA4) no terceiro trimestre foi de R$ 171,3 milhões, o que representa um crescimento de 199,2% na comparação ano a ano. Desconsiderando o efeito dos itens extraordinários líquidos de IR e resultado de equivalência patrimonial, o lucro líquido ajustado seria de R$ 173,8 milhões, um aumento de 131,4% na comparação anual.
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 255,7 milhões no 3T25, um crescimento de 86,8% em relação ao 3T24.

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