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A Motorola afirmou que o negócio B2B cresceu quatro vezes nos últimos três anos e que a América Latina é a geografia com maior volumetria no segmento corporativo. Em coletiva de imprensa em São Paulo nesta manhã, 12 de novembro, Vinicius Costa, novo diretor de Vendas B2B no Brasil e Georgia Sbrana (foto acima), diretora de vendas para a América Latina, detalharam a estratégia regional, o uso de rotas de venda via operadoras, distribuidores e canal direto, além do lançamento do Moto G06 For Business no país.
Segundo Vinícius, “o B2B cresceu quatro vezes nos últimos três anos dentro do nosso volume”. Ele acrescentou que a América Latina “cresce nos últimos 4 anos, em torno de 30% ao ano”, com o Brasil respondendo por cerca de 40% do volume regional. Sobre a comparação entre geografias, Georgia afirmou: “Em volumetria, volume de vendas, volume de aparelhos, a América Latina é o maior consumidor da unidade B2B”. Segundo ela, a meta na empresa é se tornar a número 1 em vendas de smartphones no segmento corporativo, superando a primeira colocada atualmente, que é a rival Samsung.
Os executivos relataram que a Motorola B2B hoje foca em quatro formas de comercialização – via operadoras de telecomunicações, distribuidoras, plataformas de e-commerce, ou venda direta. E evita competir com parceiros.
De diferente do aparelho voltado para o consumidor final, os smartphones “for business” da empresa trazem mais recursos de durabilidade e segurança, explicam. A empresa realiza testes de queda e variações térmicas, obtém certificado IP69 (resistência a pressão d’água), e recorrem a display Gorilla Glass. Na seara da segurança, o dispositivo combina Android Enterprise e o ThinkShield Mobile “desde a construção do hardware”, além de Moto Device Manager para configuração e perfis separados pessoal/profissional.
G06 For Business
A empresa confirmou a continuidade do kit For Business (película aplicada, capa e alça) e o novo G06 For Business. Este novo smartphone chega ao mercado corporativo em dezembro, disse Vinícius.
As verticais prioritárias para a Motorola for Business citadas incluem indústria, agro, mineração, varejo e setor financeiro, com expansão por replicação entre países e contas globais. Sobre redes privativas, o executivo foi direto: “Nosso foco principal não é a rede privativa”. Há homologações caso a planta utilize padrões compatíveis, inclusive quando a infraestrutura é fornecida por operadoras.
No último ano, a empresa fechou mais de 100 novos contratos nessas verticais, em mais países, contou Sbrana. Segundo ela, a Motorola for Business ampliou a atuação, antes concentrada em Brasil, Chile, Uruguai e Argentina, para mais países da América do Sul e América Central, incluindo Colômbia, Equador e México.
No governo, a atuação se dá majoritariamente com operadoras e integradores, em função de serviços agregados e dinâmica de licitações. A segurança pública é a frente mais latente, neste caso.

há 2 meses
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