IPCA-15 abaixo do esperado reforça cenário positivo para inflação; especialista projeta números fortes para Petrobras (PETR4)

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O IPCA-15 de outubro, que subiu 0,18% e veio abaixo das projeções do mercado, reforça um cenário mais positivo para a inflação, segundo Rafael Passos, sócio da Ajax Asset.

No entanto, no Giro do Mercado, apresentado pela jornalista Paula Comassetto, o especialista afirmou que o Banco Central (BC) ainda deve manter uma postura cautelosa antes de iniciar o ciclo de cortes de juros.

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“Esse quadro é mais favorável do lado inflacionário, mas eles ainda continuam com um peso relevante na hora em que olham a expectativa de inflação”, disse.

Segundo ele, o Banco Central deve manter a Selic em 15% por mais tempo, com início do ciclo de corte apenas no primeiro trimestre de 2026.

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Passos também comentou o impacto do ambiente internacional, com o Federal Reserve (Fed) caminhando para continuar o ciclo de cortes de juros. O movimento, segundo ele, tende a favorecer o real e a facilitar o trabalho do Comitê de Política Monetária (Copom).

“O real vem se apreciando, surfando esse maior diferencial de juros. Essa expectativa de continuidade de corte (nos EUA) é muito positiva, ajuda o trabalho do Copom para começar a iniciar esse ciclo de afrouxamento”, afirmou.

Analista espera que Petrobras (PETR4) traga números fortes

O sócio da Ajax Asset também comentou sobre a Petrobras (PETR4), que deve divulgar ainda nesta sexta-feira (24) o relatório de produção e vendas do terceiro trimestre de 2025 (3T25). Para Passos, os números devem vir bem mais positivos do que no primeiro semestre.

Apesar da perspectiva otimista para a produção, ele ponderou que o aumento de investimentos pode pressionar o fluxo de caixa e reduzir a distribuição de dividendos.

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“Ao mesmo tempo em que ela está aumentando muito a produção, ela vem aumentando muitos gastos com investimento. E esses gastos com investimento vêm pressionando um pouco o fluxo de caixa da Petrobras”, disse.

Sobre a liberação do Ibama para exploração na Foz do Amazonas, Passos avaliou que a chamada margem equatorial é um ponto estratégico para a petroleira.

“A margem equatorial é um trigger bastante relevante para ela continuar com os campos, ampliar essa carteira de produção dela com campos mais maduros”, afirmou.

O programa ainda abordou o desempenho dos mercados globais e outros destaques corporativos, como Copasa (CSMG3) e Usiminas (USIM5). Para acompanhar o Giro do Mercado na íntegra, acesse o canal do Money Times no YouTube.

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