Ibovespa Futuro cai em linha com exterior após recorde e temores com ações de IA

há 2 meses 21
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O Ibovespa Futuro opera com baixa nesta sexta-feira (7), após novo recorde do índice à vista na véspera e acompanhando desempenho negativo do exterior, em meio às incertezas sobre a sustentação do rali impulsionado por ações ligadas à inteligência artificial, enquanto os investidores seguem sem dados econômicos relevantes durante o mais longo shutdown da história dos Estados Unidos, ampliando as incertezas sobre os rumos da economia e dos juros. Às 9h07 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em dezembro recuava 0,10%, aos 155.645 pontos.

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Também pesava no sentimento dos investidores externos a queda de 1,1% nas exportações chinesas em outubro, o pior desempenho desde fevereiro, em uma demonstração do impacto das tarifas comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Na cena local, Lula continua em Belém para o segundo dia da cúpula de líderes antes da COP30 depois de, na véspera, países anunciarem aportes no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), com anúncios de US$3 bilhões pela Noruega e investimentos também por parte de França e Indonésia que, com o aporte do Brasil, passam de US$5,5 bilhões.

O governo brasileiro ainda espera mais anúncios em breve. Como mostrou a Reuters, a Alemanha deve anunciar seu investimento nesta sexta-feira, quando seu chanceler, Friedrich Merz, falará na plenária de líderes.

Na seara corporativa, empresas que divulgaram balanços na véspera realizam teleconferência sobre resultados, com destaque para Petrobras (PETR4).

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Em Wall Street, o Dow Jones Futuro caía 0,17%, o S&P Futuro tinha queda de 0,19% e o Nasdaq Futuro recuava 0,29%.

Ibovespa, dólar e mercado externo

Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,10%, a R$ 5,372 pontos.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa, acompanhando as quedas de Wall Street devido a temores persistentes com as altas avaliações das ações de inteligência artificial.

Os preços do petróleo sobem, após três dias de quedas devido a preocupações com o excesso de oferta e a desaceleração da demanda nos EUA, embora os preços parecessem caminhar para uma segunda semana de perdas.

As cotações do minério de ferro fecharam no vermelho, com a demanda mais fraca por aço e os cortes na produção pressionando os preços na China.

(Com Reuters e Bloomberg)

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