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Após divulgação de Usiminas (USIM5), na semana passada, a temporada de balanços das siderúrgicas continua com a apresentação dos dados da Gerdau (GGBR4) nesta quinta-feira (30). No caso da Usiminas, dados mistos foram compensados por linha forte de caixa de operações.
A Gerdau, por sua vez, deve ver o Ebitda (Ebitda = lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) permanecer relativamente estável, já que os resultados mais fortes na América do Norte, principalmente em termos de preço, devem compensar os resultados mais fracos no Brasil, também em termos de preço.
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Na visão da XP Investimentos, a Gerdau deve registrar mais um trimestre sólido, impulsionada pela unidade de negócios da América do Norte, com preços mais altos e custos controlados para aumentar as margens Ebitda, enquanto a unidade do Brasil pode enfrentar pressão de preços mais baixos, parcialmente compensados por reduções de custos.
O Itaú BBA também aponta que a Gerdau deverá registrar um ligeiro aumento sequencial no Ebitda do período, já que as melhorias na América do Norte mais do que compensaram o declínio no Brasil. “Esperamos um aumento de 5% no Ebitda na comparação trimestral, atingindo R$ 2,750 bilhões”, avalia.
Olhando para o futuro, o foco permanece em equilibrar o carrego positivo dos preços do aço nos EUA com a sazonalidade mais fraca na região no quarto trimestre. No Brasil, aponta que os investidores agora se concentrarão na potencial redução nos custos de produção do aço em 2026, após o início do empreendimento de mineração no quarto trimestre.
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A Genial Investimentos avalia que a Gerdau deve voltar a gerar caixa. A expectativa é de um resultado operacional positivo, embora longe do ideal quando comparado ano a ano, por exemplo, com destaque para a ON América do Norte, sustentada por volumes mais altos – contrariando o efeito sazonal do período – e contração de custo vis-à-vis a suavização da taxa de câmbio. Isso contrasta com pressão de margem da operação Brasil, explicada pela compressão de preços realizados que tende a superar a retração de custos.

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