Fabricante de guincho usado em roubo no Louvre usa o crime para promover equipamento

há 2 meses 25
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A empresa alemã Boecker, fabricante do guincho utilizado no recente roubo ao Museu do Louvre, em Paris, tem aproveitado a repercussão do crime para promover seu equipamento nas redes sociais.

Com um tom bem-humorado, a companhia publicou imagens do caminhão com o guincho estacionado em frente ao museu, destacando a rapidez e a eficiência do aparelho.

Segundo Alexander Boecke, diretor-gerente da Boecker, a máquina foi vendida há alguns anos para um cliente francês que aluga esse tipo de equipamento em Paris e arredores.

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“Quando ficou claro que ninguém havia se ferido no roubo, encaramos com um toque de humor e começamos a pensar em como poderíamos talvez usar isso”, disse Boecke ao site France 24.

O equipamento, chamado Agilo, é capaz de transportar até 400 quilos e possui um motor silencioso, descrito pela empresa como “tão quieto quanto um sussurro”.

O roubo ocorreu quando os criminosos, após assistirem a uma demonstração do guincho, furtaram o veículo, removendo as identificações originais e trocando as placas.

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A ação rápida e ousada durou apenas sete minutos, durante os quais os ladrões subiram pela escada do guincho, cortaram uma janela e levaram joias históricas do museu, incluindo peças que pertenceram a Napoleão e imperatrizes francesas.

Apesar da gravidade do crime, a Boecker afirmou que, ao saber que ninguém se feriu, encarou o episódio com humor e viu uma oportunidade de usar a notoriedade do museu mais visitado do mundo para divulgar sua marca.

“O crime é absolutamente condenável, mas aproveitamos para ganhar um pouco de atenção”, disse Boecke.

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