Ex-executiva usa dança como ferramenta para fortalecer liderança feminina em empresas

há 3 meses 26
ANUNCIE AQUI

Formada em publicidade, Patricia Antunes trabalhou por quase três décadas em marketing e comunicação, ocupando por 12 anos cargos de liderança. Paralelamente, ela estuda e pratica dança há mais de 20 anos. A partir dessa combinação, Patrícia teve a ideia de criar um projeto que propõe usar o movimento corporal para ajudar mulheres a desenvolverem autoconhecimento, empatia e habilidades essenciais para liderar.

O conceito do programa “A Dança e Liderança Feminina” é a ideia que a dança, praticada em grupo, ajuda a ampliar a flexibilidade emocional e cognitiva, competências cada vez mais importantes em ambientes corporativos complexos.

(Divulgação)

Para Patricia, a dança também fortalece os vínculos entre mulheres e ajuda a construir uma liderança mais humana, com presença, empatia e criatividade.

Leve seu negócio para o próximo nível com os principais empreendedores do país!

“Ao longo da minha trajetória com a dança, percebi o quanto essa dinâmica fortalece os vínculos entre as mulheres e o quanto essa conexão é necessária dentro das corporações”, diz ela.

Além disso, a atividade contribui para a saúde mental, um tema que tem ganhado destaque nas empresas, já que transtornos como ansiedade e depressão afetam diretamente a produtividade e o engajamento.

(Divulgação)

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 15% da população adulta em idade laboral convive com algum transtorno mental, enquanto a depressão e a ansiedade geram perdas superiores a US$ 1 trilhão por ano em produtividade para a economia global.

Continua depois da publicidade

Estudos mostram que a dança pode reduzir sintomas de ansiedade e depressão, além de regular hormônios ligados ao estresse e estimular neurotransmissores relacionados ao prazer e à motivação.

No programa de Patricia, participantes relatam melhora no bem-estar após poucas horas de prática. Avaliações com participantes indicaram redução na autopercepção de ansiedade e irritabilidade, além de aumento da disposição para interações sociais e conexões interpessoais.

“Precisamos nos fortalecer nesse lugar de liderança, desenvolvendo competências e estados físicos, cognitivos e emocionais que sustentem uma atuação mais humana, com presença, empatia, resiliência e criatividade”, diz Patrícia.

Ler artigo completo