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A operadora de satélites Eutelsat ampliou em 70,7% as receitas com conectividade de baixa órbita (LEO, na sigla em inglês) no primeiro trimestre do ano fiscal 2025-2026 (período de julho a setembro), na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com balanço financeiro divulgado na terça-feira, 21.
A vertical, cuja operação é fruto da fusão com a OneWeb, gerou 54,1 milhões de euros (aproximadamente R$ 338,34 milhões) em faturamento. Contudo, o sistema LEO ainda traz receitas menores do que os satélites de órbita geoestacionária (GEO), que geraram 95,3 milhões de euros (R$ 596 milhões) – esta vertical, no entanto, registrou queda de 10% na comparação anual.
As receitas totais da operadora somaram 293,2 milhões de euros no primeiro trimestre, estável na comparação anual. A divisão de conectividade (LEO e GEO), que representa 53% do faturamento, cresceu 8,6%, em função do avanço na operação LEO.
O braço de vídeo, que responde por 47% da receita, teve queda anual de 10,5%. Neste segmento, o destaque foi a alta de 18,5% nas receitas com serviços para governos.
LEO puxando as projeções
A expectativa da Eutelsat é de que as receitas de LEO cresçam cerca de 50% no consolidado do atual ano fiscal, compensando a queda das receitas de GEO, tanto de vídeo quanto conectividade.
No informe financeiro, a empresa ainda afirmou que as receitas totais devem ficar entre 1,5 bilhão de euros e 1,7 bilhão de euros no ano fiscal de 2028-2029, com a operação LEO "superando significativamente o mercado".
Para o longo prazo, após o ano fiscal de 2028-2029, a projeção é de que a conectividade B2B cresça a uma taxa de dois dígitos, "impulsionado principalmente pela expansão do mercado de LEO", indicou a companhia.

há 2 meses
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