Dólar pode cair para próximo de R$ 5? Veja análise técnica e próximos alvos projetados pelo BTG Pactual

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(Imagem: Nelson_A_Ishikawa/Getty Images)

O dólar voltou a recuar de maneira expressiva nos últimos dias. De acordo com análise técnica do BTG Pactual divulgada nesta terça-feira (11), a moeda norte-americana confirmou a retomada da tendência de baixa, encerrando a última semana em queda de 0,8%.

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Segundo os analistas, o movimento marca quatro semanas consecutivas de valorização do real frente à moeda americana. A tendência de curto e médio prazo segue negativa, reforçada pela intensificação da pressão vendedora nas últimas sessões.

No gráfico semanal, o BTG destaca que o movimento de queda se acelerou após o rompimento da mínima do pregão de ontem (10), com próximo suporte relevante na média móvel de 200 semanas, em R$ 5,27 — patamar já alcançado durante a sessão de hoje.

O relatório também chama atenção para uma figura técnica de ombro-cabeça-ombro (OCO) no gráfico, formada entre julho de 2024 e outubro de 2025, que sustenta a leitura de reversão estrutural e mudança de sentimento do mercado.

“O dólar mantém estrutura de baixa tanto no curto quanto no médio prazo. O rompimento da mínima do ano em R$ 5,2709 pode confirmar a continuidade da tendência vendedora, com próximos suportes nas regiões de R$ 5,12 e R$ 5,02”, afirma o BTG.

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De acordo com o banco, as médias móveis de 21 e 50 dias voltaram a apresentar cruzamento de baixa, sugerindo retomada da pressão vendedora.

O price action (movimento do preço no gráfico) mostra fechamentos próximos das mínimas e aumento da amplitude nos dias de queda — um sinal clássico de dominância da ponta vendedora.

As resistências relevantes estão em R$ 5,40 (topo de novembro) e R$ 5,50 (topo de outubro).

DXY testa resistências importantes

No cenário externo, o Dollar Index (DXY), que mede a força do dólar entre uma cesta de moedas globais, tenta confirmar reversão de baixa para alta, mas já mostra perda de fôlego diante de resistências importantes entre 100,00 e 100,50 pontos.

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O BTG observa que, apesar do cruzamento de alta entre as médias de 21 e 50 dias, o preço enfrenta barreiras técnicas na média móvel de 200 dias (100,25 pontos). Os próximos suportes estão em 98,45 (média móvel de 50 dias) e 96,70 (fundo de julho).

“O DXY mantém sinal de fortalecimento no curto prazo, mas começa a mostrar perda de força. Abaixo de 98,450, o cenário voltaria a favorecer a retomada da tendência de baixa de médio prazo”, afirma o relatório.

O euro ainda preserva uma tendência de alta contra o dólar no médio prazo, mas enfrenta sinais de fraqueza no curto prazo.

A retomada da pressão compradora depende da superação do topo de outubro, em 1,1670, segundo o BTG. O principal suporte está na média móvel de 200 dias, em 1,1355.

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Já o dólar frente ao iene mantém estrutura altista, após ativar uma figura técnica de triângulo ascendente. O rompimento do topo em 150,00 confirmou a reversão de tendência, com próxima resistência projetada em 156,80, que representa o objetivo técnico da figura.

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