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ESPN.com.br
22 de out, 2025, 03:00
Adversária do Real Madrid nesta quarta-feira (22), pela Uefa Champions League, a Juventus foi fundamental para começar a implodir a chamada "nova Superliga" da Europa, que tinha apoio da equipe merengue para competir com a atual Liga dos Campeões. Os italianos, porém, "pularam do barco" após apoiarem a proposta.
Originalmente, o bloco que defendia a criação do novo torneio tinha 12 equipes, com as mais tradicionais camisas do mundo entre elas, incluindo Real Madrid e Juventus.
Um por um, os times foram deixando o grupo que tentava criar a Superliga devido à repercussão negativa, até que sobraram só Madrid, Juve e Barcelona. Por fim, a Vecchia Signora comunicou os espanhóis depois de um tempo que mudaria de lado.
"A Companhia (Juventus) dará prosseguimento às comunicações devidas nos termos da lei após o resultado das interlocuções e avaliações sobre o exposto, esclarecendo que muitas das versões reconstruídas publicadas pela mídia sobre o conteúdo da comunicação (incluindo qualquer referência a supostas ameaças de potencial sanções da UEFA) não são verdadeiras", anunciou o clube.
Sem a maior campeã italiana, a Superliga sofreu o baque final para ir 'minguando' de vez. Em 2024, a Juventus voltou oficialmente à Associação de Clubes Europeus (ECA), que celebrou.
“Eles estão de volta. É ótimo”, disse o presidente da ECA, Nasser Al-Khelaifi, também CEO do PSG. “O clube (Juventus) tem uma história incrível. Estamos orgulhosos de tê-los de volta à família. Também faço um apelo aos outros para que retornem".
Quais clubes foram fundadores da Superliga?
Inicialmente, 12 clubes (Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Tottenham, Atlético de Madrid, Barcelona, Real Madrid, Milan, Inter de Milão e Juventus) inscreveram-se como membros do Superliga para seu lançamento, em 18 de abril de 2021, em um movimento que surpreendeu o mundo do futebol.
O projeto, liderado por Florentino Perez (Real Madrid) e Andrea Agnelli (Juventus), nasceu da frustração com o papel dominante da Uefa como organizadora da Champions League, e da insatisfação com o formato e modelo de receitas da competição.
A oposição dos órgãos dirigentes do futebol levou rapidamente nove desses clubes a anunciarem a retirada do projeto, permanecendo apenas Real Madrid, Barcelona e Juventus como apoiantes.
Sem a Juve, que mudou de lado, a nova liga caiu por terra e não saiu do papel.

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