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Não é segredo que a inteligência artificial (IA) já teve um impacto significativo nos negócios — introduzindo novos níveis de automação e desafios para os líderes superarem. Até agora, ela tem se limitado em grande parte a telas e data centers, mas estamos testemunhando essa tecnologia avançar além do mundo digital diante de nossos olhos.
Na manufatura, sensores e análises baseadas em IA permitem que as fábricas antecipem a manutenção antes que ocorram falhas, e, na saúde, sistemas de diagnóstico inteligentes aceleram a detecção e personalizam o tratamento. Mesmo nas cadeias de suprimentos globais, redes inteligentes estão melhorando a eficiência, reduzindo o desperdício e promovendo a sustentabilidade.
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O resultado não é apenas uma melhoria incremental, mas a criação de locais de trabalho mais seguros, produtos de mais qualidade e maior confiança do cliente por meio de resultados consistentemente melhores.
A “IA física” representa a próxima fronteira, transformando indústrias ao incorporar inteligência diretamente nos sistemas que impulsionam nossas vidas diárias. Exemplos incluem robôs em hospitais, frotas autônomas ou fábricas impulsionadas por IA.
Esta nova era não apenas desbloqueia uma riqueza de possibilidades sem precedentes para as empresas, mas também traz novas complicações para as quais os C-level precisam se preparar. Além disso, a implementação bem-sucedida exige que as estruturas de negócios se adaptem.
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Um apelo a lideres para a ação
Os rápidos avanços na robótica, combinados com o considerável potencial dessas tecnologias, estão posicionando a IA física como um desenvolvimento crítico na revolução da IA.
Para os executivos, no entanto, o desafio é passar dos projetos-piloto para a implantação da IA física em escala, de modo que ela se torne um motor de crescimento sustentável para suas organizações.
Pilotar a IA física envolve identificar os fluxos de trabalho onde a inteligência embarcada pode gerar ganhos imediatos — seja simplificando cadeias de suprimentos, aprimorando a produtividade da força de trabalho ou possibilitando serviços inteiramente novos.
A escalabilidade é um desafio mais difícil, pois envolve um investimento substancial em infraestrutura, coleta e gerenciamento de dados, e transformação da força de trabalho para construir sobre os resultados de um piloto bem-sucedido.
Sem uma estratégia clara, mesmo a implantação mais promissora de IA física pode estagnar ou não concretizar seu potencial. Por essa razão, as equipes da EY (empresa de consultoria executiva) lançaram vários projetos internos de IA física, em colaboração com a Nvidia, para navegar pelos riscos e desenvolver um plano de sucesso.
Construindo uma estrutura de dados sólida
Assim como outros sistemas de IA, as ferramentas de IA física precisam de dados de alta qualidade, seguros e acessíveis. Sem isso, um sistema de IA física é incapaz de ter um bom desempenho.
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As empresas devem ter dados apropriados para o sistema usar, apoiados por processos de cibersegurança e governança que protejam a integridade e a qualidade desses dados.
Dados prontos para IA são o alicerce para implantar a IA física em escala — portanto, os líderes devem garantir que os dados sejam de alta qualidade, baseados no contexto adequado, formatados corretamente e com boa governança.
Quando esta base está estabelecida, a IA física pode realizar tarefas de forma mais segura e eficaz, permitindo que as empresas capitalizem os benefícios do uso das tecnologias, ao mesmo tempo em que eliminam os riscos associados.
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Navegando por complexidades crescentes
A transição do mundo digital para o mundo físico vem com novas regras e regulamentos para as empresas que adotam tecnologias de IA. Além do mais, aderir a essas regras não é uma tarefa trivial. O compliance não pode ser negligenciado.
Enquanto os líderes se preparam para integrar robôs em seus processos, eles devem considerar os direitos de privacidade humana.
Além disso, como ficam os procedimentos de segurança e proteção neste novo ambiente? E há requisitos de seguro adicionais que precisam estar em vigor antes que os robôs possam se tornar operacionais?
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Se negligenciada, cada uma dessas considerações tem o poder de desfazer uma implantação de IA física. É por isso que uma estratégia abrangente de gestão de risco é crítica para o sucesso.
A boa notícia é que as empresas não precisam desenvolver essa estratégia sozinhas. Ao trabalhar com parceiros que são experientes em gestão de mudanças, os líderes podem acessar recursos adicionais e obter o conhecimento de que precisam para navegar com sucesso pelos novos desafios impostos pela adoção em larga escala da IA física.
Aprimorando as capacidades de sua equipe
A integração da IA nas operações de negócios já desencadeou um desafio aos profissionais, com a força de trabalho atual e futura sendo encarregada de aprender a usar a tecnologia de forma eficaz.
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Adicionar um elemento físico à equação da IA aprofunda ainda mais esse desafio, pois exige que os colaboradores desenvolvam habilidades adicionais. Também levanta questões difíceis sobre como as funções podem precisar se adaptar e mudar.
A verdade é que o valor real da tecnologia de IA física é sua capacidade de aprimorar as capacidades humanas.
Quando os líderes dão a suas equipes o conhecimento e os recursos para entender a IA física, eles as capacitam a colaborar diretamente com a tecnologia e a executar melhor as tarefas complexas.
Portanto, é essencial desenvolver e atualizar módulos de treinamento para que as pessoas possam adicionar essas ferramentas às suas habilidades com segurança e eficácia, abrindo as portas para a exploração contínua de tecnologias emergentes.
À medida que as aplicações de IA física são cada vez mais implantadas em escala, os humanos devem permanecer no circuito.
Um certo nível de confiança é necessário para a operação de máquinas pesadas ou mesmo para diagnósticos médicos — confiança essa que só pode vir da supervisão e governança responsáveis fornecidas por um humano.
Ditando o ritmo da inovação
A IA física é mais do que apenas o próximo estágio da automação; ela representa uma mudança estratégica na forma como as empresas criam valor.
Simplificar tarefas e criar eficiência por meio da integração de robótica e IA pode trazer enormes benefícios para as empresas.
Assim, as organizações que agirem agora não apenas se adaptarão ao futuro do trabalho — elas o definirão.
O plano para o sucesso é claro: identificar casos de uso prioritários, testar e aprender rapidamente e construir estruturas de governança que equilibrem inovação com responsabilidade.
Para os C-level prontos para liderar o movimento, a IA física oferece não apenas eficiência, mas a chance de ditar o ritmo da inovação global e moldar o futuro para melhor.
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