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A 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que supervisiona a recuperação judicial da Oi, homologou nesta quinta-feira, 30, a transição para a Claro da operação do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta).
O serviço até então prestado pela Oi é uma das atividades essenciais que estão sendo migradas para novos prestadores de serviços, como parte de determinação da Justiça que iniciou a liquidação parcial da tele. Também nesta quinta-feira, um prazo de mais dez dias para decisão sobre a liquidação integral da Oi foi fixado.
"Os contratos destinados aos serviços que guarnecem o Cindacta serão assumidos pela empresa Claro, detentora de tecnologia e capilaridade necessárias à sua execução. Inclusive porque já presta parte dos serviços respectivos atualmente", apontou na ocasião a juíza Simone Gastesi Chevrand.
A migração homologada, nota a magistrada, foi resultado de uma composição liderada pela Justiça ao lado dos interventores nomeados na Oi. Participaram das negociações membros da Aeronáutica e da Advocacia-Geral da União (AGU).
"Esta composição decorreu da colaboração de todos esses personagens, na busca da melhor solução para atender ao serviço público de tamanha relevância para a segurança nacional", afirmou Chevrand.
A operação do Cindacta é responsável por monitorar, controlar e defender o espaço aéreo do País. Outras atividades importantes prestadas pela Oi e que devem ser migradas para novas empresas incluem serviços de tridígito e de interconexão.
Segundo apurou este noticiário, a Claro teria um prazo de 30 dias para assumir a operação, que em um primeiro momento utilizará os mesmoes equipamentos e redes que estão sendo utilizadas pela Oi, segundo fornecedores envolvidos. A própria Claro já havia vencido a licitação do Cindacta para o novo ciclo de contrato, e a tendência é que ela acelere a transição, mas em um primeiro momento a operação será com a estrutura da Oi.

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