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Bradesco e Itaú entram com pedido para suspender falência da Oi, destacando impacto nos credores e na continuidade dos serviços. (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)
Os bancos Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4) pediram, nesta quarta-feira (12), a suspensão do decreto de falência da Oi (OIBR3;OIBR4).
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Segundo informações do Broadcast, o Bradesco afirma que a quebra da companhia de telecomunicações não é a medida mais benéfica para atender os credores. O banco também destaca que a falência da companhia também não protege os envolvidos, dada a relevância dos serviços prestados pela Oi.
Na segunda-feira (10), a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro decretou falência da operadora de telecomunicações Oi, que enfrentava seu segundo processo de recuperação judicial. A companhia já estava com a “corda no pescoço” desde o início de outubro, quando a Justiça interveio na RJ.
A decisão foi assinada pela juíza Simone Gastesi Chevrand, que determinou a transformação da recuperação judicial em falência. “Não há mais surpresas quanto ao estado do Grupo em recuperação judicial. A Oi é tecnicamente falida”, descreveu a magistrada.
No segundo trimestre deste ano, o prejuízo líquido da Oi atingiu R$ 835 milhões, uma reversão do lucro de R$ 15 bilhões de um ano antes, quando houve ganho de natureza contábil.
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