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No terceiro trimestre, o Bradesco viu o lucro subir 18%, para R$ 6,2 bilhões, com ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) de 14,7% (Imagem: Kaype Abreu/Money Times)
O Bradesco (BBDC4) brilhou em 2025, com alta de 63% no ano. É verdade que a base de comparação é fraca, mas, ao encostar nos R$ 19, o banco volta ao patamar de 2022, após um período de piora dos resultados.
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E se o investidor acha que o rali acabou, para o Itaú BBA o papel ainda pode entregar mais.
Os analistas elevaram o preço-alvo para R$ 22, o que representa potencial de alta de 17% até 2026, e reafirmaram o Bradesco como o melhor banco da bolsa (top pick).
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Além disso, o banco é visto como boa opção para dividendos, com retorno estimado em 9%.
Para Pedro Leduc, Mateus Raffaelli e William Barranjard, os resultados do terceiro trimestre mostraram que o desempenho operacional vem melhorando de forma consistente e sustentável.
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“Mais importante ainda, a capacidade de geração de receita do banco parece ter sido restaurada por meio de uma combinação de crescimento da carteira de empréstimos, gestão de spreads, receitas de serviços e seguros.”
No peíodo, o Bradesco viu o lucro subir 18%, para R$ 6,2 bilhões, com ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) de 14,7%.
Foi sétima alta sequencial desde o início do plano de reestruturação, anunciado em 2024.
E não só isso. Analistas acrescentam que a unidade de seguros também se beneficia de mudanças estruturais na área da saúde, “o que reforça ainda mais a sustentabilidade dos resultados”.
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“O crescimento das transações com cartão de crédito indica uma recuperação relativa no engajamento dos clientes. As provisões para passivos judiciais também estão sendo reforçadas.”
Mais crescimento à frente
A estimativa para 2026 é de lucro de R$ 29,5 bilhões, crescimento de 7% na carteira de empréstimos, alta de 12% na receita líquida de juros (NII) e melhora de eficiência de cerca de 200 pontos-base, enquanto o custo de risco deve permanecer estável.
O ROE deverá atingir 17% a 18% no segundo semestre de 2026, com média de 16,6% no ano.
Esses níveis, segundo o Itaú BBA, geram capital suficiente para sustentar o crescimento, aliviando as preocupações com capital e liquidez.
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2026 é logo ali
O trio de analistas lembra que, nesta mesma época de 2024, a perspectiva para o ano seguinte era bem mais sombria.
“Previmos os efeitos negativos da inflação mais alta, das taxas de juros e dos desafios do mercado de trabalho sobre a dinâmica do crédito.”
No entanto, o cenário se mostrou mais favorável que o esperado, com inflação e câmbio controlados.
A queda dos juros nos Estados Unidos também impulsionou a entrada de estrangeiros na bolsa, que renovou máximas históricas.
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Para 2026, o time do Itaú BBA mantém visão positiva.
Eles reconhecem o aumento mais rápido do ônus dos juros para as famílias, em relação à renda, e o prolongado período de taxas elevadas para as empresas.
“Por outro lado, existem fatores favoráveis, como a ampliação das faixas de isenção do imposto de renda, o aumento da liquidez das contas de poupança para financiamento imobiliário e a crescente disponibilidade de novos empréstimos para folha de pagamento no setor privado.”
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há 2 meses
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