Bitcoin, XRP e as outras 4 criptomoedas mais quentes atualmente, segundo corretoras 

há 2 meses 19
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Outubro foi marcado por uma das maiores liquidações da história dos criptoativos, com o Bitcoin (BTC) caindo de US$ 120 mil para US$ 102 mil em menos de 24 horas após Donald Trump anunciar tarifas adicionais sobre produtos chineses. No entanto, o mês terminou com duas notícias positivas para o mercado cripto: o corte de juros nos Estados Unidos e o encontro entre Trump e Xi Jinping que resultou na redução das taxas sobre produtos chineses para 47%. 

Mesmo assim, o Bitcoin não recuperou seu valor de mercado e ainda há sentimento pessimista entre os investidores. Porém, “há razões sólidas para acreditar que o pior já tenha passado e que novembro possa marcar a retomada do movimento ascendente, especialmente se os próximos gatilhos macro e geopolíticos se confirmarem de forma positiva”, diz André Franco, CEO da Boost Research. 

Para novembro, as criptomoedas mais recomendadas são as duas maiores do mercado: BTC e ETH. Todo mês, o InfoMoney consulta exchanges, gestoras e casas de análise para saber quais os ativos mais recomendados para o mês. Confira a lista de novembro: 

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CriptomoedaNº de recomendaçõesRetorno em 30 dias
Bitcoin (BTC)7-12,71%
Ethereum (ETH)7-18,35%
Solana (SOL)6-11,45%
Hyperliquid (HYPE)53,19%
XRP (XRP)2-8,82%
Jupiter (JUP)29,41%
Fontes: Foxbit, Mercado Bitcoin, Empiricus, Boost Research, Bitybank, NovaDAX, Hurst Capital, MEXC e Bitso.

Bitcoin (BTC)

“O Bitcoin deve ser novamente o ativo mais resiliente e estratégico do mês”, diz Franco, da Boost Research. Para ele, ativo está em uma região técnica favorável para uma retomada após tocar sua máxima histórica e sofrer correção expressiva. “Com a possível resolução das tensões comerciais e um Fed mais brando, o BTC tende a liderar o retorno do apetite por risco e, consequentemente, das altcoins”, completa o especialista. 

Ethereum (ETH)

“O ETH continua atraindo atenção institucional, com os ETFs spot ganhando tração e dados on-chain mostrando queda no saldo de ETH nas corretoras — sinal de acúmulo; a expectativa para novembro inclui atualizações técnicas na rede e maior adoção em projetos de tokenização e stablecoins”, resume Valter Rebelo, head de criptoativos da Empiricus. 

Solana (SOL)

Após bom desempenho em outubro, a Solana entra em novembro “com o ecossistema mais aquecido”, segundo Marcelo Person, Crypto Treasury & Markets Director da Foxbit. Ele afirma que o crescimento de aplicações em games, redes sociais cripto e pagamentos, aliado à expectativa de um ETF próprio em breve, impulsiona o otimismo em torno do ativo. 

Hyperliquid (HYPE)

A emissora do token HYPE “segue em rápida expansão e se consolidou como uma das principais plataformas de derivativos on-chain”, destaca Francis Wagner head de criptomoedas da Hurst Capital. “Com valor de mercado em torno de US$ 14 bilhões e crescente participação institucional, o ativo deve continuar ganhando espaço no segmento de derivativos descentralizados”, diz o especialista. 

XRP (XRP)

Para Julián Colombo, Diretor Sênior de Políticas Públicas e Estratégia para a América do Sul na Bitso, a altcoin “aparece com uma narrativa bastante interessante para novembro”. Ele cita a análise técnica sobre o ativo, que mostra o preço se consolidando perto de US$ 3 e projeções que mostram potencial de alcançar US$ 6 a US$ 7 “se certos fatores se alinharem”. Esses fatores incluem aumento de liquidez e retomada de fluxos institucionais. “Para quem quer uma altcoin de nível ‘topo médio’ com boa liquidez e cenário relativamente otimista para novembro, XRP pode ser uma escolha”, conclui. 

Jupiter (JUP)

A criptomoeda foi criada para encontrar automaticamente as melhores rotas e taxas em negociações descentralizadas na rede Solana. “O volume de negociações diárias na plataforma frequentemente ultrapassa US$ 1 bilhão, o que reforça sua relevância no setor”, diz Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin. Em novembro, há expectativa por integrações institucionais que podem impulsionar a demanda por JUP. 

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