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A possibilidade de distribuição de dividendos extraordinários pelo Banco do Brasil (BBAS3) será apenas apurada no fim do ano que vem. É o que afirmou o diretor financeiro do banco, Marco Geovanne Tobias, em coletiva de imprensa sobre os resultados do terceiro trimestre de 2025.
No fim do ano que vem, se houver melhora na rentabilidade, como é o esperado pela diretoria do banco, e conforme negociações sortirem efeitos, pode ser possível falar em distribuição extraordinária, de acordo com o CFO. “Se for acontecer, será no fim de 2026”, afirmou.
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“Já falamos algumas vezes que 2025 é o ano de reajuste, mas em 2026 pretendemos recuperar a rentabilidade do banco”, afirmou Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil. A executiva afirmou que o crescimento na carteira de pessoa física não significa que não haverá também crédito para o agro e outras frente.
“Nosso intuito principal na redução do payout [percentual do lucro que é distribuído para acionistas via proventos] foi recompor nosso capital e a linha já apresentou uma melhora neste trimestre, perto de 11,2%”, afirmou o CFO, sobre a mudança para 30% que aconteceu em 2025. “Não pretendemos mudar nossa política de dividendos, vamos manter para 2026 o payout de 30%”, disse.

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