Banco Master: Fictor reage após operação da PF e liquidação judicial

há 1 mês 18
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Banco Master

A Fictor se manifestou após a operação da PF que prendeu Daniel Vorcaro, do Banco Master; negociação de compra está suspensa. (Imagem: Divulgação)

O consórcio de investidores globais liderado pela Fictor Holding Financeira, que anunciou na segunda-feira (17) a compra do Banco Master, afirmou ter tomado conhecimento pela imprensa da Operação Compliance Zero, que levou à prisão de Daniel Vorcaro na manhã de hoje (18).

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Em comunicado enviado ao Money Times, o grupo disse que a transação, agora suspensa, “estava integralmente condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores”.

“Desde o início, conduzimos todas as etapas com total transparência, responsabilidade e estrita observância aos ritos estabelecidos pelas normas legais. A operação de compra está suspensa, e nos colocamos à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários”, diz a nota.

A potencial aquisição do Master, que também envolvia investidores dos Emirados Árabes Unidos, previa um aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforçar o caixa do banco, que atravessa dificuldades financeiras há meses.

O negócio, porém, não incluía o Willbank e o Banco Master de Investimentos, negociados separadamente com outros interessados.

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A Fictor reforçou ainda afirmou que, por envolver assunto sob investigação, não comentará o mérito do caso.

Liquidação judicial

Paralelamente à operação da PF, também nesta manhã (18), o BC decretou a liquidação judicial do Master – regime que se destina a interromper o funcionamento de uma instituição e promover sua retirada, de forma organizada, do sistema financeiro nacional.

Com a medida, ficam indisponíveis os bens dos controladores do banco — incluindo o próprio Vorcaro — e de ex-administradores.

Operação Compliance Zero

Além de deter o dono do Master, a Polícia Federal também prendeu o ex-sócio Augusto Lima e cumpriu mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.

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A operação ainda resultou no afastamento, por 60 dias, de Paulo Henrique Costa, presidente do BRB.

O banco estatal de Brasília é citado na apuração por conta de negociações envolvendo os títulos falsos ligados ao Master.

Em nota, o BRB afirmou que “sempre atuou em conformidade com as normas de compliance e transparência, prestando regularmente informações ao Ministério Público Federal e ao Banco Central sobre todas as operações relacionadas ao Banco Master”.

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