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Várias companhias abriram seus números do terceiro trimestre de 2025 na última terça-feira (11), com resultados que mostraram dinâmicas distintas entre setores.
Automob (AMOB3)
A Automob reportou prejuízo líquido de R$ 166,6 milhões no 3T25, ampliando significativamente as perdas frente ao lucro de R$ 12,6 milhões obtido um ano antes.
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O EBITDA ajustado totalizou R$ 144 milhões, avanço de 30,5% frente ao 2T25, impulsionado pelo segmento de veículos leves e pelo crescimento das receitas de comissões em vendas diretas, financiamentos, seguros e pós-vendas.
Melnick (MELK3)
A Melnick apresentou lucro líquido de R$ 25,0 milhões no 3T25, queda de 29,6% frente aos R$ 35,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação trimestral, o lucro recuou 36,1%.
A receita líquida somou R$ 243,6 milhões, praticamente estável em relação ao 3T24 (-0,8%), mas com queda de 27,9% sobre o 2T25. O lucro bruto atingiu R$ 61,4 milhões, baixa de 8,6% na comparação anual.
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Jalles Machado (JALL3)
A Jalles Machado registrou lucro líquido de R$ 18,9 milhões no 2T26, queda de 44% em relação ao mesmo período de 2025. No acumulado do semestre, o lucro somou R$ 5 milhões, retração de 84,2%. O EBITDA ajustado atingiu R$ 408 milhões, avanço de 27,2% na comparação anual, com margem de 63,7%. Já o EBIT ajustado foi de R$ 97,9 milhões, queda de 24,8% frente ao 2T25.
A receita líquida cresceu 18,1% na comparação anual, para R$ 640,7 milhões, impulsionada por maiores volumes e preços. No entanto, o custo dos produtos vendidos (CPV) avançou 30,8%, reduzindo a margem bruta para 23,4%, ante 39,6% no ano anterior. A companhia também destacou ganhos com hedge de açúcar e câmbio, que contribuíram para mitigar parte das pressões no resultado operacional.
Enjoei (ENJU3)
A Enjoei reportou receita líquida de R$ 70,1 milhões, alta de 2,9% em relação ao mesmo período de 2024 e o melhor resultado da história da companhia. O lucro bruto cresceu 5,8%, com margem bruta de 56,4%, aumento de 2,1 pontos percentuais (p.p.) na comparação anual.
As despesas publicitárias tiveram redução sequencial, melhorando a alavancagem operacional. O EBITDA ajustado alcançou R$ 5,9 milhões, crescimento de 64% em relação ao trimestre anterior. A empresa encerrou o trimestre com geração de caixa de R$ 11 milhões e posição de caixa total de R$ 209,6 milhões.
Mills (MILS3)
A Mills apresentou forte crescimento no trimestre, com receita líquida de R$ 482,7 milhões no 3T25, aumento de 15,1% sobre o mesmo período do ano anterior. No acumulado de nove meses, a receita somou R$ 1,35 bilhão, avanço de 17,7%. O EBITDA ajustado totalizou R$ 254,6 milhões, alta de 27,9% na base anual, com margem de 52,7% — um incremento de 5,3 p.p. O lucro líquido foi de R$ 67,3 milhões, com margem de 13,9%, refletindo o sólido desempenho operacional e a disciplina de custos.
Taurus (TASA4)
A Taurus registrou lucro líquido de R$ 31,5 milhões no 3T25, acumulando R$ 83,3 milhões nos nove primeiros meses do ano. O resultado foi positivamente impactado pela reversão de provisões de contingências tributárias (Difal). O EBITDA ficou em R$ 49,8 milhões, com margem de 15,6%, evidenciando melhora na rentabilidade após trimestres mais pressionados.
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