Algar cresce em receitas e reduz prejuízo no terceiro trimestre

há 2 meses 16
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Sede da AlgarSede da Algar (crédito: Algar)

A Algar reduziu o prejuízo líquido e a alavancagem no terceiro trimestre, além de ter ampliado as receitas, inclusive no segmento corporativo (B2B), de acordo com balanço financeiro divulgado na última sexta-feira, 7.

Confira um resumo dos principais indicadores abaixo, na comparação com o mesmo período do ano passado.

  • Prejuízo líquido: R$ 19,4 milhões (-72,2%);
  • Receita líquida: R$ 746,3 milhões (+5,2%);
  • Receita B2B: R$ 482,6 milhões (+2,9%);
  • Receita B2C: R$ 263,7 milhões (+9,7%);
  • Ebitda ajustado: R$ 316,8 milhões (+51,9%);
  • Margem Ebitda ajustada: 42,5% (+13,1 p.p.);
  • Alavancagem: 2,51x.

Prejuízo e receitas

A operadora registrou prejuízo líquido de R$ 19,4 milhões, uma diminuição de 72,2% em relação às perdas registradas no terceiro trimestre do ano passado, em função sobretudo da redução das despesas financeiras (-14,9%).

O aumento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado (+51,9%), que totalizou R$ 316,8 milhões entre julho e setembro, com base em disciplina operacional, também contribuiu para atenuar o prejuízo do trimestre.

A margem Ebitda ajustada, inclusive, subiu 13,1 pontos percentuais (p.p.) em 12 meses, alcançando 42,5%.

Receita

A receita líquida totalizou R$ 746,3 milhões, alta anual de 5,2%. No B2B, o avanço foi de 2,9%, a maior evolução dos últimos doze trimestres, somando R$ 482,6 milhões em receitas.

O segmento foi puxado por produtos TIC (+8,2%) e serviços móveis (+12,1%). Conectividade, por sua vez, caiu 2,7%, mas em ritmo reduzido em relação aos períodos anteriores.

No B2C, a receita alcançou R$ 263,7 milhões, crescendo 9,7%. O avanço reflete os desempenhos de banda larga (+12,4%), serviços móveis (+6,7%) e serviços de valor agregado (+24,4%).

Endividamento

A Algar encerrou o terceiro trimestre com uma dívida líquida de R$ 2,75 bilhões. Com isso, a alavancagem (dívida líquida/Ebitda) totalizou 2,51x ao fim de setembro, ante 2,92x há um ano.

No balanço, a empresa também destacou que tem mudado o perfil do seu endividamento, substituindo compromissos financeiros por dívidas com menor taxa média de remuneração e prazos mais alongados. Um exemplo dessa iniciativa foi a 16ª emissão de debêntures durante o trimestre, no total de R$ 400 milhões.

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